QUEM É O ” PAI DA MATÉRIA?”
Hilário o debate esta semana no meu programa O Giro da Notícia envolvendo políticos da cidade de Leopoldo de Bulhões. O tema da discussão: quem é o “pai da matéria” (frase em homenagem ao grande Osmar Santos, papa das transmissões futebolísitas) das obras de asfalto, meio-fio e orla do lago artificial.
É deputado, prefeito, vereador, presidente de partido, ex-presidente de partido, assessor, puxa-saco, todo mundo querendo reivindicar para si o benemérito.
Um chegou a soltar a pérola: ” é dinheiro do meu partido liberado para tais obras.”
Pelo amor de Deus!!! é novidade para mim que o dinheiro do imposto que pagamos está indo para partido político. O recurso, meus camaradas (esta é do tempo de distribuir Tribuna Operária na porta da Faculdade de Filosofia em Anápolis - não que eu seja tão velho assim, começei cedo demais), não é de partido ou do governo. É dinheiro nosso, do imposto que pagamos.
E o governo seja o atual ou o anterior faz muito pouco pelos municípios.
E mais: deputado, prefeito, vereadores, assessores, puxa-sacos políticos não fazem mais que obrigação em conseguir recursos para tais obras. ELES SÃO PAGOS PARA ISTO.
Acho até que as discussões envolvendo as obras para Leopoldo de Bulhões realizadas esta semana em meu programa, formam uma tempestade (águas de março) num copo d´água.
Lá pelo menos as obras estão saindo. Tem cidade bem pertinho que não tá conseguindo e olha que nesta cidade o PT é governo municipal também.
Bulha, Bulha, levante as mãos e agradeça…Não importa quem trouxe, aí, pelo menos está acontecendo.
30 de Março de 2007 @ 09:33
Esta é e continuará sempre sendo uma questão polêmica. A quem deve creditar os méritos e benefícios das obras públicas? Primeiro temos que saber como elas se originam!
Todas as ações administrativas no âmbito federal, estadual e municipal devem preceder de dotações orçamentárias específicas. Não é mais possível o gestor ter o dinheiro e depois destinar a sua aplicação aleatoriamente. Por isto, há a participação da comunidade que reivindica a obra; do parlamentar que sugere a emenda e acompanha a sua execução; do governo que atende. Enfim, o crédito é de todos! O que realmente importa é a conquista da obra!
Se um dia fosse me dado à oportunidade de ser prefeito de Silvânia, a primeira coisa que faria era procurar a união política. Ao findar a eleição, devemos deixar as rusgas, os rancores e trabalharmos por nossa terra. A nossa região tem perdido muito pela falta de união política e principalmente pela inexistência da consolidação de um projeto regional. Lamentavelmente, temos que dar a mão a palmatória e dizer que em Silvânia o que tem predominado são interesses de grupos, embora haja muita gente boa e disposta a mudar este quadro caótico.
O Célio acertou em dizer que nenhum político tem o direito de se vangloriar com os seus feitos, pois se foram eleitos foi para trabalhar e cumprir com suas obrigações. Eu há quase duas décadas estou ao lado de um que tem se esforçado muito para honrar com suas atribuições e posso tranquilamente afirmar que tenho aprendido muito com isto.
30 de Março de 2007 @ 09:42
Esta é e continuará sempre sendo uma questão polêmica. A quem deve creditar os méritos e benefícios das obras públicas? Primeiro temos que saber como elas se originam!
Todas as ações administrativas no âmbito federal, estadual e municipal devem preceder de dotações orçamentárias específicas. Não é mais possível o gestor ter o dinheiro e depois destinar a sua aplicação aleatoriamente. Por isto, há a participação da comunidade que reivindica a obra; do parlamentar que sugere a emenda e acompanha a sua execução; do governo que atende. Enfim, o crédito é de todos! O que realmente importa é a conquista da obra!
Se um dia fosse me dado à oportunidade de ser prefeito de Silvânia, a primeira coisa que faria era procurar a união política. Ao findar a eleição, devemos deixar as rusgas, os rancores e trabalharmos por nossa terra. A nossa região tem perdido muito pela falta de união política e principalmente pela inexistência da consolidação de um projeto regional. Lamentavelmente, temos que dar a mão a palmatória e dizer que em Silvânia o que tem predominado são interesses de grupos, embora haja muita gente boa e disposta a mudar este quadro caótico.
O Célio acertou em dizer que nenhum político tem o direito de se vangloriar com os seus feitos, pois se foram eleitos foi para trabalhar e cumprir com suas obrigações. Eu há quase duas décadas estou ao lado de um que tem se esforçado muito para honrar com suas atribuições e posso tranquilamente afirmar que tenho aprendido muito com isto.
O povo já esta cansado de ser enganado. Vender facilidade em época de eleição é uma constância em muitos municípios. Vislumbrar facilidade, demonstrar unidade política, se vestir de cordeiro e agir como lobo, se beneficiar de cargos e benesses do Poder são práticas que devem ser rechaçadas.