2010 JÁ
O Brasil vive de eleição. Estamos ainda no 1º ano do mandato dos atuais governadores e em Goiás já estão falando em 2010.
Esta semana PP e PSDB (a separação já está consumada, falta apenas assinar o divórcio e ver quem vai pagar pensão alimentícia) realizaram encontro e lideranças dos dois partidos falaram em ” nomes para 2010″.
Não tem jeito mesmo. Aqui é fazendo uma eleição e já pensando na outra. Como seria bom se nossos líderes colocassem tanta estratégia, inteligência´política, força e união em benefício de realizar tudo aquilo que em campanha anunciaram que fariam e com grandes facilidades.
Aqui em Goíás não dá para entender. O Cidinho só foi eleito porque o Marconi quis. Então o governador deve ao senador sua eleição.
O Marconi quis e abençoou o Cidinho. Então o senador tem que assinar a obra. Não pode fazê-la e depois desdenhá-la.
Li esta semana em O Popular uma declaração do deputado Roberto Balestra culpando a imprensa pela crise de relacionamento entre Marconi e Cidinho (ou de seus aliados). Pelo amor de Deus, deputado. A imprensa apenas noticia e comenta fatos. Ninguém inventa nada ou planta notícias.
Cidinho e Marconi deveriam sim era trabalhar juntos por Goiás. Afinal foi isto que ouvimos na campanha de 2006.
2 de Outubro de 2007 @ 18:12
Sem comentários …
3 de Outubro de 2007 @ 11:20
Que bom seria se todas as autorizações de obras assinadas pelo Marconi e Alcides fossem concretizadas antes do período eleitoral para benefício de nossa população! Assim, demonstrariam o compromisso firmado em “palanque”…
3 de Outubro de 2007 @ 15:42
Se posso, sugiro ao Senador Marconi que, ao invés de emplementar a briga interna com o Governador Alcides, como na frase “pior do que perder uma eleição, é ganhar e não dar conta do recado” (O Popular, pág. 7, 3/10/07), ou mesmo com o Prefeito Iris Rezende, chamando-o de “coronel político rancoroso, arrogante, megalomaníaco, truculento”, etc. (O Popular, pág. 11, 3/10/07) e até mesmo comandar filiações partidárias no interior do Estado, que se dedicasse mais aos assuntos relacionados em prol Goiás junto ao Senado e ao Governo Federal.
Aliás, cada Estado da Federação possui 03 Senadores que o representa no Senado. Afirmo: nunca vi os 03 Senadores eleitos em Goiás (Marconi, Lúcia Vânia e Demóstenes) empunharem juntos a mesma bandeira em favor dos interesses do povo goiano, muito embora pertençam à mesma grei partidária. Já não é tempo?
3 de Outubro de 2007 @ 15:58
Complementando o que sugeri, resta a advertência:
3 de Outubro de 2007 @ 16:03
Complementando que sugeri, resta a advertência:
“Não convém ao Senador Marconi despir-se da vestimenta de estadista e conferencista nacional, para embrenhar-se por caminhos tão tortuosos na seara tupiniquim”.
3 de Outubro de 2007 @ 18:28
Peço desculpas pelo erro gramatical da palavra “emplementar”"no texto inserido às 15:42, sendo que o certo é “implementar”.
4 de Outubro de 2007 @ 13:40
O jornal “O Popular” de hoje traz comentários do Secretário da Fazenda do Estado de Goiás, Jorcelino Braga, acerca da declaração do Senador Marconi Perillo, publicada recentemente no mesmo jornal, de que “pior do que perder a eleição, é não dar conta de governar”.
Segundo o Secretário, ao rebater tal declaração, “a situação financeira do Estado é delicada, com dívidas referentes a 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2007, em valores preocupantes, que extrapolam a capacidade de pagamento do governo”.
Evidencia-se, pois, ser o caos financeiro do Estado referente à administração do ex-governador Marconi, alusivo a 05 anos de sua administração, sem ignorar que, no caso de 2006 (ano eleitoral em que deixou o governo no mês de abril para ser o campeão de votos em Goiás para o Senado), deixou o caixa em dia apenas nesse ano de 2006, comprometendo a administração de seu sucessor Alcides, que, já em 2007, iniciou seu governo sem qualquer condição administrativo-financeira, beirando a bancarrota governamental já exuberantemente anunciada e debatida.
Interessante aplicar à esta triste realidade, tida até mesmo como crise política, a máxima “quem pariu Mateus que o embale”, ao invés de agora o Senador acusar o seu pupilo, fazendo com que a criatura volte contra seu criador.