Já tenho o meu

Não sou do governo mas consegui meu cartão corporativo.

Cartao - Cartao

Como não sou egoísta vou possibilitar que você também tenha um. Clique aqui e faça o seu.
Não tem anuidade, não tem limite de gastos e nem a fatura mensal você paga, aliás, paga sim, mas através dos impostos que você recolhe para o governo. Divirta-se

10 respostas para “ Já tenho o meu ”

  1. Henrique Xavier disse:

    Esse cartão será também aceito para financiamento de casas populares?

  2. rubens vieira silva disse:

    Esse é bom para ser utilizado na festa da pecuária deste ano. Até o Presidente do SEBRAE/GO agradece, pois ele defende que o dinheiro do Sindicato deva ser aplicada é em festa! À propósito, observem também o Parque Agropecuário: está jogado às moscas!

    O Sindicato junta o dinheiro das contribuições sindicais dos proprietários rurais durante todo ano e o queima em foguetes, algazarras e festas (promoções pessoais de alguns que sequer são agriculturores). Arrotam muito! Nada fazem! Recomendo sempre a leitura do extenso art. 592 da CLT. Depois, observem as ações (???) deste Sindicato.

  3. Cleverlan A. do Vale disse:

    Quem sabe em Silvânia Henrique …

  4. Helton Chacarosque disse:

    Eu quero um Cartão Corporativo para eu financiar, digo, para eu fazer a União financiar a troca do asfalto de algumas avenidas e ruas de Silvânia, para construir um anel viário na cidade (não dá mais p agüentar tanto caminhão pesado passando pelo centro), para asfaltar todas as ruas da Cabaça, para quitar a dívida lá da história do abatedouro de frangos, para aumentar a capacidade do Caxetão, construiria uma biblioteca maior, para COMPRAR, repito, COMPRAR duas toneladas de pó-de-mico para colocar nas costas de quem afixar aquelas faixas dizendo “Obrigado Sr. político Fulano de Tal pela verba para compra de dois tijolos na construção do Colégio Municipal Xique-lique ” (filho puxa-saco que não merece a mãe que teve é quem emporcalha a cidade com esses avisos, afinal, o político ganha muito bem para trabalhar mal e porcamente de vez em quando. Ele não faz mais que a sua obrigação. Não devemos nos fazer de capacho de quem é nosso funcionário, o político existe é para ser cobrado, é para trabalhar por nós. Se existe alguma hierarquia entre o povo e o político, digo e repito: o povo é quem está acima. Na faixa deve estar escrito o seguinte: Parabéns Povo de Silvânia pela conquista da reforma da Escola XXX, essa vitória é só sua.), para aumentar a cadeia da cidade e aparelharia a polícia civil com artefatos tecnológicos mais modernos (precisamos de estrutura policial e espaço para enfiar todos os “tortos na vida” no xadrez);

  5. SILVANILDO disse:

    Falou bonito Helton! Que desabafo, heim?

  6. Henrique Xavier disse:

    Excelente postagem Helton, concordo em gênero, número e grau. Ainda tenho esperanças que possamos esse ano, fazer uma verdadeira faxina no executivo e legislativos locais e que nas eleições para deputado as carreatas sejam apenas compostas pelos puxa-sacos destes que vêm de fora.
    Lembro bem de alguns vereadores da atual legislatura andando de braços dados com candidatos que prometeram mundos e fundos, alguns foram inclusive eleitos e hoje, nem cheques sem fundos trouxeram para Silvânia.

  7. Henrique Xavier disse:

    Em tempo. Ainda aprenderemos o quanto vale nosso voto. Muito mais que uma camiseta, boné, gasolina, etc…

  8. Helton Chacarosque disse:

    Que tal uma camiseta com os dizeres:

    “Por favor, Sr. Político,
    não faça mais que a sua obrigação
    e cale a boca”

  9. Regina Lobo disse:

    Helton, já te admirava antes, agora nem preciso dizer…
    Você disse tudo!

  10. rubens vieira silva disse:

    Helton, que esse cartão também sirva de passaporte para viabilizar o julgamento de ações em trâmite, na Justiça local, em que cobram prestações de contas de recursos que, infelizmente, não foram aplicados devidamente pelos administradores públicos e por quem os sucedera, restando omisso (Súmula nº 230, do TCU), a exemplo dos alusivos ao abatedouro citado.

    De sobra, que a Justiça, inclusive a Eleitoral (para tudo e para todos), diga à população o porquê de sua existência e de sua omissão.

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