Pesquisas eleitorais
Recebi dois post de leitores com resultados de pesquisas eleitorais realizadas em Silvânia. Nâo posso publicá-los.
A legislação eleitoral regulamenta a publicação de pesquisas eleitorais na imprensa.
As pesquisas só podem ser publicadas desde que registradas no Tribunal Regional Eleitoral, feita por instituto de pesquisa credenciado, divulgado o nome do contratante e a metodologia e observado o prazo para publicação.
Recentemente fiz ao Ministério Público Eleitoral uma consulta para saber se, legalmente, o Blog pode fazer uma enquete eleitoral. Caso tenha autorização para tal vou postar, embora a enquete não sirva de parâmetro para pesquisa eleitoral.
Aos leitores que me enviaram comentários com resutados de pesquisa fica minha justiticativa por não publicá-los. Os demais comentários são publicados na íntegra
23 de Abril de 2008 @ 18:29
PEQUENO MANUAL PARA ENFRENTAR A PESQUISITE
Antonio Fernando Beraldo - Engenheiro, professor de Departamente de Estatística da Universidade Federal de Juiz de Fora
Tudo o que você gostaria de conhecer sobre pesquisas eleitorais e morre de medo de ficar sabendo
Por acaso o distinto leitor sente-se aturdido com a avalanche de pesquisas eleitorais já em plena e prematura floração, ainda tão longe de outubro? Confunde-se com as cifras e com as “análises” feitas a cada divulgação das “prévias”, com aquela desconfortante sensação que alguém está lhe fazendo de bobo?
Pois bem, meu prezado, seus problemas apenas começaram! O fenômeno da pesquisite é igual malária – vai e volta. E neste ano vem com ânimo redobrado, assim como a dengue e as viagens do Lula.
Este singelo manual tem o intuito de minimizar o seu sofrimento. Mas, antes de prosseguir, abuso um pouco da sua paciência, com um ligeiro glossário de termos técnicos:
CONTINUA……………….
23 de Abril de 2008 @ 20:26
Pesquisas nem sempre refletem a realidade e nos últimos tempos, acho que a única confiável foi a boca de urna do Giro da Notícia.
Mas quem sabe logo teremos uma oficial e já posso imaginar o resultado. Que aliás, não é o que eu gostaria, mas fazer o que né?
23 de Abril de 2008 @ 21:30
Não sei o que apontará as pesquisas mas alguém se lembra dessa frase: “AGORA A PREFEITURA CONSEGUIR ARRUMAR A CASA E FICAR ADIMPLENTE, SILVÂNIA SE TRANFORMARÁ EM UM CANTEIRO DE OBRAS. Recapeamento da Avenida Dom Bosco, complexo esportivo na represa do Setor Maria de Lourdes, asfaltamento dos bairros Maria de Lourdes, Jorge Barroso, etc. O tempo está se esgotando. Será que querem enganar construindo uns campinhos de futebol pra enganar bobo? E as casas populares, o caso foi abafado? Alguém tem notícias? Será que nosso caro Henrique tem alguma notícia para nos passar? Sinceramente, se nossos eleitores colocarem João Caixeta na prefeitura novamente é porque gostam e merecem coisa ruim para nossa cidade. Pensem e reflitam. Abraço a todos…
24 de Abril de 2008 @ 07:51
CONTINUAÇÃO………………
1. Amostra e população – Amostra é um conjunto de tamanho reduzido que é retirado de uma população, seguindo certas regras chamadas técnicas de amostragem. Se estas regras forem seguidas adequadamente, é possível supor que a amostra represente, aproximadamente, o que acontece na população. No caso de uma pesquisa de intenção de voto, a População é o contingente de eleitores do município – 13.545 otários, digo, indivíduos. A amostra é um grupo de, por exemplo, 300 eleitores, que foram sorteados ou escolhidos de forma a reproduzir o resultado das eleições, se estas ocorressem hoje. O tamanho “ótimo” dessa amostra, acredite se quiser, não depende do tamanho da população e sim de dois parâmetros estatísticos: a margem de erro e o nível de confiança (veja em seguida).
2. Intenção de voto, respostas espontâneas e respostas estimuladas – Numa pesquisa eleitoral pergunta-se, entre outras coisas, “em qual candidato o sr(a). pretende votar nas próximas eleições?”, ou algo como “se a eleição fosse hoje, em quem o sr(a). votaria?”. Isto é o que se chama intenção de voto, e se o pesquisador apresenta ao pesquisando (perdão, senhoras) uma relação dos candidatos , a resposta do pesquisando é dita “estimulada”. Se o pesquisador, após fazer a pergunta, fica ali parado com aquele semblante ansioso de jogador de sinuca, e não diz mais nada, trata-se de uma pesquisa com resposta “espontânea”, ou seja, você conta para ele quem você acha que fará menos estrago neste nosso sofrido município.
CONTINUA…………..
24 de Abril de 2008 @ 09:26
Critico, como eu gostaria de enumerar o porquê da demora para que Silvânia se tornasse ADIMPLENTE. Fiquei sabendo do embate entre a Vereadora Alba e o senhor Prefeito na RRV. Célio, faça um resumo deste acontecimento para que possamos opinar!
Eu, sem saber direito do conteúdo, deposito minha plena confiança na vereadora Alba Stefânia, agora, quanto ao senhor João Correia Caixeta, quanto a veracidade em suas palavras … É melhor não comentar!
Faça isto que este espaço vai apimentar mais!
Grande abraço a todos!
Ah! Será que os defensores de João Caixeta não são usuários da internet ou fazem vistas grossas diante do que opinamos? Engraçado, em épocas pretéritas eles não saiam do ar para criticar, agora será que lhes faltam coragem para defendê-lo? Quem cala consente!
24 de Abril de 2008 @ 12:03
Acompanhamento Processual e PUSH - Tribunal Superior Eleitoral
Pesquisa Login no Push Criar Usuário Voltar
Obs: Este serviço é de caráter meramente informativo, não produzindo, portanto, efeito legal.
PROCESSO: HC Nº 591 - HABEAS CORPUS UF: GO Judiciário
MUNICÍPIO: SILVÂNIA - GO N.° Origem:
PROTOCOLO: 13812008 - 31/01/2008 15:20
IMPETRANTES: DEVANIR FERREIRA SOBRINHO
IMPETRANTES: RODRIGO NOGUEIRA FERREIRA
PACIENTES: JOÃO CORRÊA CAIXETA
PACIENTES: MILTON GONÇALVES FERREIRA
ADVOGADO: DEVANIR FERREIRA SOBRINHO
ADVOGADO: RODRIGO NOGUEIRA FERREIRA
ÓRGÃO COATOR: TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIÁS
RELATOR(A): MINISTRO ARI PARGENDLER
ASSUNTO: AÇÃO PENAL - CRIME ELEITORAL - PEDIDO DE LIMINAR - TRANCAMENTO DE AÇÃO PENAL
LOCALIZAÇÃO: COARE-COORDENADORIA DE ACÓRDÃOS E RESOLUÇÕES
FASE ATUAL: 22/04/2008 17:22-Recebido
Decisão Plenária
Decisao em 18/03/2008
O Tribunal, por unanimidade, indeferiu a ordem, na forma do voto do Relator. Votaram com o Relator os Ministros Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani, Carlos Ayres Britto e José Delgado. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Cezar Peluso.
24 de Abril de 2008 @ 12:08
Obs: Este serviço é de caráter meramente informativo, não produzindo, portanto, efeito legal. PROCESSO: AG Nº 6838 - AGRAVO DE INSTRUMENTO UF: GO Judiciário
MUNICÍPIO: SILVÂNIA - GO N.° Origem: 194266
PROTOCOLO: 3982006 - 20/01/2006 13:50
AGRAVANTE: COLIGAÇÃO UNIDOS POR SILVÂNIA (PSDB/PDT/PTB/PSL/PPS/PSB/PRP)
ADVOGADO: JULIO CESAR MEIRELLES MENDONÇA RIBEIRO
AGRAVADO: JOÃO CORRÊA CAIXETA
ADVOGADO: DEVANIR FERREIRA SOBRINHO
RELATOR(A): MINISTRO CEZAR PELUSO
ASSUNTO: AGRAVO DE INSTRUMENTO, INADMISSIBILIDADE, RECURSO ESPECIAL, (Nº 3277), IMPROCEDÊNCIA, INVESTIGAÇÃO JUDICIAL, CANDIDATO ELEITO, PREFEITO, CAPTAÇÃO DE SUFRÁGIO, DOAÇÃO, DINHEIRO, GRATUIDADE, OFERECIMENTO, MATERIAL DE CONSTRUÇÃO, (TIJOLO), (SEDE DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO SANTO ANTÔNIO), OBTENÇÃO, APOIO, ELEITOR, FAVORECIMENTO, CAMPANHA ELEITORAL, VIOLAÇÃO, (ARTIGO 41-A, LEI 9.504/97), ENTENDIMENTO, (TRE), INSUFICIÊNCIA, PROVA.
LOCALIZAÇÃO: TRE-GO-TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIAS
FASE ATUAL: 11/10/2006 15:59-Documento expedido em 10/10/2006 para TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIAS
24 de Abril de 2008 @ 13:49
CONTINUAÇÃO………….
3. Margem de erro – Foi dito que uma amostra representa aproximadamente (e nunca exatamente) uma população. A medida deste “aproximadamente” é a chamada margem de erro, e é lido assim: se uma pesquisa tem uma margem de erro de 2% e o Exmo. Sr. candidato José das Couves teve 25% de intenção de voto na amostra coletada, podemos dizer que, naquele instante, na população, ele terá entre 23% e 27% de votos (25% menos 2% e 25% mais 2%).
4. Nível de confiança – As pesquisas são feitas com um parâmetro chamado nível de confiança, geralmente de 95%. Este 95% querem dizer o seguinte: se realizarmos uma outra pesquisa, com uma amostra do mesmo tamanho, nas mesmas datas e locais e com o mesmo questionário, há uma probabilidade de 95% de que os resultados sejam os mesmos (e uma probabilidade de 5%, é claro, de que tudo seja uma vasta bobagem).
CONTINUA……………
24 de Abril de 2008 @ 14:37
Número do Processo: 200702674774
Protocolo: 09/07/2007
Natureza: MANDADO DE SEGURANCA
Autuacao: 477/2007 - 09/07/2007
Distribuição: NORMAL - 09/07/2007 - 13:14
Primeiro Autor ORPLAM CONTABILIDADE E ASSESSORIA MUNICIPAL LTDA
Primeiro Reqdo PRESIDENTE DA COMISSAO PERMANENTE DE LICITACAO
Fase: 15/04/2008 - 14:44
AGUARDANDO BAIXA TOTAL OU ALTERACAO DE BAIXA
Descrição da Fase:
Comarca/Escrivania: APARECIDA DE GOIANIA - VARA DAS FAZ. PUBLICAS E REGISTRO PUBLICOS
Juiz: Dr(a). DESCLIEUX FERREIRA DA SILVA JUNIOR
Audiência:
Sentença: 22/01/2008
Promotor: Dr(a). LILIAN CONCEICAO MENDONCA DE ARAUJO
Número do Processo: 200702674774
Data da Sentença : 22/01/2008
Tipo da Sentença : TERMINATIVAS
Transito em Julgado :
Texto:
“DIANTE DE TODO EXPOSTO, EM RAZAO DA CARENCIA DA ACAO,JULGO EXTIN
TO O PROCESSO SEM RESOLUCAO DO MERITO, TUDO COM FULCRO NO ART.267
INC. VI, DO CODIGO DE PROCESSO CIVIL. SEM CUSTAS E SEM HONORARIOS
EM OBEDIENCIA A SUMULA 105 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTICA.APOS O
TRANSITO EM JULGADO, ARQUIVEM-SE OS AUTOS COM AS BAIXAS E ANOTA-
COES DEVIDAS.PUBLIQUE-SE,REGISTRE-SE E INTIMEM-SE. EM,22/01/2008.
DESCLIEUX FERREIRA DA SILVA JUNIOR. JUIZ DE DIREITO.”
24 de Abril de 2008 @ 14:45
Vejamos mais, como estará na pesquisa o Prefeito envolvido:
Número do Processo: 200800922705
Protocolo: 10/03/2008
Natureza: CAUTELAR INOMINADA
Autuacao: 16/2008 - 10/03/2008
Distribuição: NORMAL - 10/03/2008 - 08:01
Primeiro Autor O MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE GOIAS
Primeiro Reqdo MUNICIPIO DE IVOLANDIA E OUTROS
Fase: 16/04/2008 - 09:52
COM CARGA PARA O MINISTERIO PUBLICO
Descrição da Fase: PROMOTOR : JOSE EDUARDO VEIGA BRAGA FILHO
Comarca/Escrivania: IVOLANDIA - ESCRIVANIA DO CRIME E DAS FAZENDAS PUBLICAS
Juiz: Dr(a). SIRLEI MARTINS DA COSTA
Audiência:
Sentença:
Promotor: Dr(a). JOSE EDUARDO VEIGA BRAGA FILHO
24 de Abril de 2008 @ 14:46
Número do Processo: 200801447881
Protocolo: 11/04/2008
Natureza: ACAO CIVIL PUBLICA POR ATO DE IMPROBIDADE ADM
Autuacao: 38/2008 - 11/04/2008
Distribuição: NORMAL - 11/04/2008 - 16:17
Primeiro Autor O MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE GOIAS
Primeiro Reqdo MUNICIPIO DE MOIPORA E OUTROS
Fase: 17/04/2008 - 16:38
AGUARDANDO DEVOLUCAO DE MANDADO
Descrição da Fase:
Comarca/Escrivania: IVOLANDIA - ESCRIVANIA DO CRIME E DAS FAZENDAS PUBLICAS
Juiz: Dr(a). SIRLEI MARTINS DA COSTA
Audiência:
Sentença:
Promotor: Dr(a). JOSE EDUARDO VEIGA BRAGA FILHO
24 de Abril de 2008 @ 14:48
Número do Processo: 200801370714
Nome Tipo Baixa/Suspensão Mandado
MINISTERIO PUBLICO AUTOR
MUNICIPIO DE SILVANIA REU
ORPLAM CONTABILIDADE E ASSESSORIA MUNICIPAL LTDA REU
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24 de Abril de 2008 @ 14:55
Número do Processo: 200801447881
Nome Tipo Baixa/Suspensão Mandado
O MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DE GOIAS AUTOR
MUNICIPIO DE MOIPORA REU
ORPLAM CONTABILIDADE E ASSESSORIA MUNICIPAL REU
ECOPLAM ESCRITORIO DE CONCURSOS PUBLICOS E ASSESSORIA MUNICIPAL LTDA REU
PROCUNSULT CONSULTORIA E CONCURSOS LTDA REU
24 de Abril de 2008 @ 15:32
Goiânia, 24/04/2008 - quinta-feira - 7475 Busca: Últimas Notícias
MP mantém liminares contra concursos
O presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), desembargador José Lenar de Melo Bandeira, negou dois pedidos de suspensão de liminares concedidas pela Justiça e manteve as decisões favoráveis ao Ministério Público (MP). As liminares determinam a suspensão de concursos públicos que seriam realizados nas cidades de Fazenda Nova e Ivolândia, para preenchimento de diversas vagas de níveis fundamental, médio e superior.
Com a decisão, o TJ confirma os deferimentos das ações civis públicas propostas pelos promotores Eliseu Antônio da Silva, de Fazenda Nova e José Eduardo Veiga Braga Filho, de Ivolândia. Os promotores constataram uma série de irregularidades no procedimento licitatório, conduzido pelos municípios, para a contratação de uma empresa que seria responsável pelos concursos. Participaram da licitação as mesmas empresas e uma delas, a Orplam Contabilidade e Assessoria Municipal Ltda., venceu nas duas cidades.
Ao anunciar a manutenção das liminares, o Presidente do TJ ressaltou a gravidade do caso. “O Ministério Público obteve as liminares ao demonstrar que houve fraude aos princípios de legalidade e de moralidade, várias irregularidades e indícios de ‘dirigismo’, explicou. Ações do MP questionam também irregularidades praticadas pela empresa Orplam nos municípios de Gameleira e Silvânia.
Fonte: Ministério Público do Estado de Goiás
24 de Abril de 2008 @ 16:42
Alerta : o julgado seguinte encontra ressonância com as placas do Prefeito esparramadas pela cidade. Vejamos, num passado próximo, o que decidiu o TRE/GO e o TSE quando a Sra. Gilda era Prefeita:
Obs: Este serviço é de caráter meramente informativo, não produzindo, portanto, efeito legal.
PROCESSO: AG Nº 5261 - AGRAVO DE INSTRUMENTO UF: GO Judiciário
MUNICÍPIO: SILVÂNIA - GO N.° Origem: 173560
PROTOCOLO: 170112004 - 18/10/2004 18:12
AGRAVANTE: GILDA ALVES DE OLIVEIRA NAVES
ADVOGADO: RODRIGO MENDONÇA RODARTE
AGRAVADO: PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE GOIÁS
RELATOR(A): MINISTRO CAPUTO BASTOS
ASSUNTO: AGRAVO DE INSTRUMENTO, INADMISSIBILIDADE, RECURSO ESPECIAL, CONDENAÇÃO, PAGAMENTO, MULTA, PROPAGANDA INSTITUCIONAL, VEICULAÇÃO, OUTDOOR, OBJETIVO, DIVULGAÇÃO, REALIZAÇÃO, GOVERNO MUNICIPAL.
LOCALIZAÇÃO: TRE-GO-TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE GOIAS
FASE ATUAL: 07/12/2004 11:02-Expedido para TRE-GO (Encomenda Expressa Nº ND 39927 em 06/12/2004)
Despacho
Decisão Monocrática em 09/11/2004 - AG Nº 5261 Ministro CAPUTO BASTOS
Cuida-se de agravo de instrumento interposto em face de decisão do ilustre presidente da egrégia Corte Regional Eleitoral de Goiás que negou seguimento a recurso especial, o qual almejava reforma de acórdão regional que confirmou sentença que condenou Gilda Alves de Oliveira Naves por propaganda eleitoral antecipada.
Alega que o art. 36 da Lei nº 9.504/97 estaria prequestionado. Sustenta que o caso não envolveria o reexame de prova, bem como que a divergência jurisprudencial estaria demonstrada.
A douta Procuradoria-Geral Eleitoral opinou pelo desprovimento do agravo (fls. 43-45).
DECIDO.
Inicialmente, destaco que o advogado que subscreveu o agravo de instrumento não consta na procuração outorgada pela agravante (fl. 9). Por conseguinte, o apelo é inexistente.
Enfatizo, ainda, que o apelo não teria melhor sorte, conforme assinalou a douta Procuradoria Geral Eleitoral em parecer da lavra do ilustre Procurador Regional da República Osnir Belice, do qual transcrevo a seguinte passagem (fls. 44-45):
“(…)
A decisão agravada não merece retoques. De fato, visa a Agravante em seu recurso especial repisar a matéria fático probatória na qual se fundou o acórdão regional. O objetivo do apelo especial é demonstrar que os outdoors espalhados na via pública tinham fim exclusivamente institucional, e não de propaganda eleitoral. Todavia, para se chegar a tal conclusão é imprescindível a análise do contexto fático estampado nos autos, não admitido em sede de recurso especial.
O mesmo pode ser dito em relação à divergência jurisprudencial citada pela Agravante. Para se verificar a divergência entre os arestos colacionados e o acórdão regional, é necessário revolver matéria fático probatória, para se chegar a conclusão de que a citada propaganda promovida pela Agravante trata-se de mera propaganda institucional e não propaganda eleitoral. Não bastasse isso, como bem frisou a decisão fustigada, a Agravante sequer se deu ao trabalho de promover o cotejo analíticos (sic) dos acórdãos, o que impede a análise da apontada divergência.
No tocante à propaganda irregular, vale destacar o seguinte trecho do r. despacho (fls. 35):
‘O acórdão impugnado considerou que as frases constantes dos outdoors traçam a plataforma política da pretensa candidata à reeleição, expondo de forma dissimulada a ação política que se pretende desenvolver ou razões que induzam a concluir ser a recorrente a mais apta ao exercício da função, não contendo caráter educativo, informativo ou de orientação social.
Para infirmar os fundamentos do julgado, torna-se necessário revolver o material probatório constante dos autos, o que é vedado em sede de recurso especial, consoante estabelece a Súmula 7 do egrégio Superior Tribunal de Justiça.’
O reexame da prova, entretanto, constitui atividade vedada na instância especial a teor das Súmulas 279 do Excelso Supremo Tribunal Federal e 7 do Colendo Superior Tribunal de Justiça, afigurando-se correta, por conseguinte, a decisão presidencial agravada.
Ressalte-se, ainda, que ante o teor da decisão assentada pela Corte regional, conclusão diversa desse Colendo TSE - admitindo os argumentos expendidos pela recorrente - inevitavelmente exigiria o reexame de fatos e provas já inteiramente analisados pelo Eg. TRE/GO acerca da propaganda irregular, o que é a (sic) impossível em sede extraordinária”.
Por isso, nego seguimento ao agravo de instrumento com fundamento do art. 36, § 6º, do Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral.
Brasília, 9 de novembro de 2004.
Ministro Carlos Eduardo Caputo Bastos, relator.
24 de Abril de 2008 @ 23:06
Senhor Rubens sinceramente sou leigo com essas informacoes que voce passou para nos, sobre os processos contra o prefeito, explica para nos o resultado deses processos.Gostaria tambem de saber sodre a discucao da vereadora com o prefeito, nao fiquei sabendo.Cleverlan quando souber de uma pesquisa aponte para nos quem esta na frente para termos uma nocao se a poupulacao vai querer mudar ou continuar na mesmice…
25 de Abril de 2008 @ 07:40
CONTINUAÇÃO……………
5. Tamanho da amostra – É o número de pessoas que deve ser importunado, quer dizer, consultado. Depende da margem de erro e do nível de confiança. Utilizando a técnica de amostragem aleatória, para um nível de confiança de 95% os tamanhos amostrais são: 384 pessoas (margem de erro de 5%), 1.067 pessoas (margem de erro de 3%), 2.401 pessoas (margem de erro de 2%) e impressionantes 9.604 pessoas (margem de erro de 1%). Estes números cabalísticos são calculados, isto é, existe uma fórmula matemática que nos fornece o tamanho da amostra, dados a margem de erro e o nível de confiança. Estes números podem variar, dependendo do tipo de amostragem que é feito.
A mídia que se julga decente deve divulgar, junto com os resultados da pesquisa, o tamanho da amostra, o nível de confiança, a margem de erro e a técnica de amostragem utilizada. Se esta “bula” não vier acompanhando as tabelas e gráficos, passe a ler a coluna de turfe ou o horóscopo, que são bem mais confiáveis.
Agora, as perguntinhas de sempre:
É possível fraudar uma pesquisa de intenção de voto?
Sim! Existem mais maneiras de mascarar o resultado de uma pesquisa do que a coleção de notas de US$ 100 do Abadia. A mais grosseira delas é provocar uma coisa chamada “viés do entrevistador”, que seria formular uma pergunta como “o sr. vai votar no Fulano ou em qualquer um daqueles outros?”; ou “o sr. não acha que o Beltrano fica mais simpático naquele prédio da Praça do Rosário?”. Há outras mais sofisticadas, mas o espaço é curto e eu não sou besta de entregar este ouro aqui. Veja a pergunta seguinte.
Os resultados da pesquisas são manipulados?
Podem ser, e muitas vezes são, mas a perversidade da mídia vai muito além disso. Como ninguém mais tem paciência de ler uma tabela, ou um longuíssimo texto explicando números (ó, Jesus), as editorias de arte realizam primorosas “intervenções na ambiência plano-espacial”, ou seja, distorcem os gráficos até que a impressão que se tem (e é isto o que importa) é de que o candidato A “encosta” em B, ou que o C tem votação negativa de 125%, ou que a D sofreu uma “queda vertiginosa” de 4%. Manipula-se não o número, mas a imagem do número-notícia. É aí que mora o perigo. E se você, caro amigo, deparar-se com um gráfico em três dimensões, como aquelas “pizzas deitadas” ou uns “tijolinhos em pé” (gráfico de setores e de colunas verticais, respectivamente), vade retro!
A divulgação de resultados influencia nas próximas pesquisas, ou mesmo na própria intenção de voto das pessoas?
Acredito que sim, mas acho que esse fenômeno já foi mais acentuado. A mídia costuma “rotular” os candidatos com o resultado da última pesquisa – algo como “Ciclano (24%) fez discurso ontem, contestando as afirmações de Beltrano (6%)”. Isto ajuda a vincular um candidato a um percentual. Em alguns estados, como o Maranhão e o Piauí, onde há um analfabeto a cada três sobreviventes, a TV e rádio fazem a festa. Em outros lugares, como Alagoas, torna-se, digamos, insalubre alguém declinar um voto contrário aos figurões de sempre. Mais para o sul, existem outros tipos de votos de cabresto mais modernos, dadas as Globos da vida, as religiões, as paixões inconfessáveis, e por aí vai. Mas isto aqui não é diferente de lugar nenhum. Só muda a língua.
Por que os candidatos aparecem com percentagens diferentes, de acordo com o instituto?
Porque os institutos ditos sérios fazem pesquisas com amostras diferentes, em datas diferentes, com técnicas diferentes. Mesmo fazendo tudo igualzinho, as margens de erro empurram os números para cima ou para baixo. Mas você pode ver que os números convergem, mais ou menos, quando chegamos perto da data das eleições. Uma pesquisa feita em abril, por exemplo, em termos de prognóstico tem a validade de uma conversa entre a vizinha linguaruda e seu (dela) papagaio de estimação. As pessoas estão indecisas e têm coisas muito mais importantes para pensar, como a seleção de futebol ou os seqüestros da semana.
Existe esta coisa chamada opinião pública?
Definitivamente, não.
FIM
25 de Abril de 2008 @ 10:43
Bruno, pesquisas agora somente com registro no TRE e assim que tiverem alguma, podem estar certo que quem estiver na frente se incumbirá de fazer isto. Logo elas aparecem!
Abraço,
Cleverlan
25 de Abril de 2008 @ 10:46
Querido Cleverlan,
Os defensores, eleitores e companheiros do prefeito João Caixeta são sim usuários da internet. Entretanto, eles não usam a rede mundial de computadores para fins que não contribuem em nada para o desenvolvimento de nossa sociedade, como é feito aqui nesse espaço por alguns advogados e outros profissionais mal sucedidos. Ao mesmo tempo que você faz esses comentários de oposição ( é claro que tem que ser né gente, pois quando foi situação não soube o caminho !!) os defensores, como você diz, do prefeito estão trabalhando. Eles não podem perder o precioso tempo com “futricas” na internet, até mesmo porque isso é coisa de adolescente fazer.
Olha, Cleverlan, eu adoro esse blog. Só acho que ele deveria mudar de nome. O nome ideal para ele seria “Blog dos inimigos do Prefeito”. Ou até mesmo “Blog dos sem nada pra fazer”. Ou ainda, “Blog da oposição”.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Me desculpe Célio. Sei que sua intenção deve ser a melhor ao manter esse espaço. Pórem, pensa na idéia de mudar o nome do Blog, será mais coerente com seus usuários.
Cleverlan, quanto ao embate citado por você, entre o prefeito e a vereadora, no último sábado, acho que foi muito oportuno. A inocente vereadora, frequentadora assídua do Blog, falo falou, babou babou e no final avalizou o prefeito, quando ela disse que todos os projetos foram aprovados pela câmara. Ora, se todos foram aprovados é devido ao fato de os vereadores, inclusive ela, estarem de acordo com o que está sendo proposto e feito. Mais deixa pra lá… Ela que é pré-candidata a prefeita deve saber como se portar e o que falar diante de um adversário. Se ela não souber o pai dela, concerteza, saberá. Será que ela vai ter o papai(que nunca conseguiu ser prefeito) o tempo todo ao seu lado?
Um grande abraço a você, Cleverlan e a todos os frequentadores do, badalado, Blog do Célio.
25 de Abril de 2008 @ 13:04
Mal sucedido deve ser o “Carlitus”, tanto que não apeia de cargo público e de nível e vencimento “reles”, senão não sobreviveria profissionalmente. Faz da política um meio para manter-se vivo.
Quanto à exposiçào neste blog, inclusive com debate, entendo-a democrática e salutar e não de oposição a quem nada faz. Oposição, sim, ao governante que pretende fazer mal.
Quanto ao “babou, babou” e possível “aval” da Vereadora Alba aos Projetos (?) do Sr. Prefeito, observo que o “pau mandado - Carlitus” não entende o que seja “baba”, senão apararia a sua, pois a edil falou apenas parte de muitas verdades que precisam ser ditas e serão reveladas oportunamente. Aliás, ao mencionar líquido que escorre (não da boca), por que você não utiliza fraldas para limpar a sujeita que o seu Prefeito vem fazendo, tanto aí dentro da Prefeitura quanto aqui fora? O povo não merece tanta fedentina.
De “baba” ele deve entender bem, pois “baba” sempre. Quanto a avalizar os atos do Prefeito, no tocante a Projetos, há de se registrar que todos eles sofreram revisões, com a participação dela, embora a sua totalidade quase nada represente em quantitativo. Daí a razão de todos, com ressalvas, terem sido aprovados, ou seja, 0 + 0 = 0.
No mais, não tente diminuir a capacidade da Alba. Você, Carlitus (andróide e capacho) do Prefeito, está distante anos-luz dela. Eu também, embora acredito que esteja a anos-luz de você.
Para seu deleite, informo que sempre estarei ao lado de minha filha, não na Prefeitura, como você está ao lado do seu pupilo, mas nas minhas orações e aconselhamentos.
Quanto a tentar ser Prefeito, pelo menos tentei em situações reconhecidamente adversas, mas tive altivez e coragem para enfrentar, em campo aberto e com bons propósitos, o que você jamais tentou, inclusive o de declinar seu verdadeiro nome, embora eu já o saiba, Dr. + 1.
À propósito Célio, se a Alba não fosse pré-candidata, o meu nome já estaria à disposição. Teria e tenho imenso prazer em disputar, se fosse possível, mano a mano com qualquer um dos pretendentes, desta feita, sem qualquer receio de derrota. E o momento poderá surgir, agora ou quando Deus o permitir. Continuo o mesmo, agora, mais maduro!
E você, Dr. + 1, já candidatou-se pelo menos a síndico em seu curral de aloprados?
25 de Abril de 2008 @ 14:31
Carlitus, se eu desse um murro no saco do João Caixeta sua baba escorreria…
25 de Abril de 2008 @ 15:05
Acredito, CArlitus, que não deveria mudar o nome do blog, porque ele não se trata de nada mentiroso, e sim mostra o que acontece na atualidade, seja na política, economia, sociedade, etc.
Quanto ao que vc disse sobre mim, o fato de terem sido aprovados projetos do senhor Prefeito na Câmara, não quer dizer que ele esteja fazendo um bom trabalho. Mesmo porque, houve um projeto inconstitucional, que o senhor deve lembrar muito bem, que foi criado e votado enquanto eu estava de licença e que tratava de revogar um artigo de uma Lei já existente que permitia que o Prefeito contratasse empresa advocatícia, mesmo tendo o seu Procurador, que por sinal, o senhor conhece bem… REvogando este artigo, os vereadores que foram favoráveis a este absurdo, permitiram que o Prefeito contratasse um advogado por R$ 13.000,00 mensais, totalizando no ano, R$ 156.000,00, o valor que daria a construção da Ponte do Rio dos Patos e muito mais.
Mas deixemos isto para o Ministério Público e para a Ação Popular que já existe.
Quanto ao meu pai, sendo o senhor um “pai”, deveria saber a importância de se ter um, de contribuir para a formação da família, dos princípios éticos. Por isso, Carlitus, agradeço por ter o meu pai ao meu lado sempre: seja nas horas tristes ou alegres, porque você sabe ou deveria saber, que nos momentos difíceis podemos contar com a família, pois ela nunca nos abandonará.
Agradeço também por ele ser quem é, por ter a coragem que tem, pelos exemplos que me passou, pela educação e carinho a mim dispensados, por não se esconder atrás de pseudônimos ou fugir da raia, quando preciso.
Desculpe, CArlitus, mas quando o senhor for um verdadeiro pai, entenderá o que quero dizer.
25 de Abril de 2008 @ 16:53
Carlitos, existem filhos que ignoram pai e mãe, até seus ancestrais.
Esses mesmos filhos,sendo pais, abandonam as famílias, ignorando a sua própria descendência.
Muitos, embora conscientes dos deveres filiais e paternos, enveredam-se por caminhos turtuosos, contraindo mais débitos aqui e acolá.
São ” FAZEDORES” de filhos que se deleitam com “pedigree” de macho, mesmo estando na Terceira Idade.
Se não babam, vomitam coisas como acabamos de ler e muito mais.
As minhas declarações, são em defesa do INSTITUTO DA FAMÍLIA e não de um parente e outro, mesmo porque dela não precisam.
Quanto a você Carlitos, vejo-o na acepção do termo, só que bastante inferior na inteligência do que usava bigode e bengala à mão.
No mais, você até que ficaria bem usando cartola!
25 de Abril de 2008 @ 18:16
É lamentável não aproveitarmos esses espaço pro exercício da democracia.
Será impossível expor as idéias sem ataques? Dialogar impõe a existência de no mínino duas pessoas civilizadas.
Esse espaço é excelente e seleto.
Gostaria de ver a participação cívica, preferencialmente identificada, sem apelidos.
Quem tem coragem de mostrar a sua identidade não teme discórdias!!
25 de Abril de 2008 @ 22:15
O “Jornal da Imprensa” de hoje traz:
Política
Corrupção - Prefeitos na mira da Justiça
Natalia Martins
Ofício denuncia prefeitura ao MP
Relatórios da Controladoria Geral da União (CGU) delineiam um retrato aterrorizante do País, indicando que a corrupção está aprofundada nas estruturas de poder local, alastradas de norte a sul do país. Os levantamentos da CGU, em 2006, mostram que três em cada quatro prefeituras brasileiras - mais precisamente 77% - estão hoje envolvidas em graves irregularidades.
Nos recantos do Brasil, o desvio de recursos públicos é feito muitas vezes de forma escancarada, aos olhos da população, sem o aperfeiçoamento das quadrilhas que se infiltram na administração federal para corromper agentes públicos e extrair vantagens financeiras. De acordo com os relatórios da CGU - órgão de controle do governo federal responsável por fiscalizar as verbas federais que são aplicadas nos municípios -, foram detectadas centenas de ocorrências de licitações manipuladas, de falsificação de notas fiscais e de prefeitos que contratam empresas de parentes para executar serviços para o município.
Em Goiás a situação não é diferente. A aura do Estado está negra. A corrupção e a improbidade tomam conta das prefeituras por todo o território goiano. Dos 246 municípios do Estado, apenas três não tiveram, até hoje, inquéritos policiais em andamento. Esses números incluem os atuais prefeitos, com mandatos no período de 2005/2008. Dentre eles são: Avelinópolis, Água Limpa, e Cumari. Na atual gestão do delegado Luziano Severino de Carvalho, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Derccap) já estão totalizados 107 inquéritos. A cidade campeã em sindicância policial é Cavalcante, que fica a 530 km da capital e tem cerca de 9.660 habitantes. Até o momento, a cidade contabiliza 16 ocorrências de desvio de verbas. Até o mês de outubro de 2007 o prefeito Felipe Ferreira da Silva (PMDB), declarou que a cidade já tinha arrecadado R$ 1.786.598,31. No exercício de 2007, o valor destinado pela União a esse município foi de R$ 5.167.448,12.
Cristalina, que fica 283 km de Goiânia e que tem 40.900 habitantes, ocupa o segundo lugar do ranking com nove inquéritos na Derccap. O prefeito Antônio Camilo de Andrade (PR), declarou que a arrecadação até outubro de 2007 foi em torno de R$ 5.987.003,66 e o valor destinado foi de 16.766.835,26. Águas Lindas de Goiás, no Entorno de Brasília, que fica a 193 km da capital goiana, ocupa o terceiro lugar, com cinco inquéritos. Em setembro de 2007 o prefeito José Pereira Soares (PFL), declarou que a cidade já havia arrecado R$ 21.298.034,44 e que o valor destinado foi de, por sinal altíssimo, RS 51.454.819,16.
Em quarto lugar estão Guarinos (275 km de Goiânia), que tem como prefeito José Ribamar Souza Moraes (PR), o valor destinado a essa cidade em 2007 foi de R$ 2.976.181,82 e Vila Boa, distante 359 km da capital, administrada pelo prefeito Waldir Gualberto de Brito (PT), com valor destinado em 2007 de R$ 4.244.406,90. Comparados geograficamente aos outros municípios, esses contém apenas 2.925 e 3.617 habitantes, respectivamente, e quatro inquéritos abertos. Isso demonstra que cidades pequenas têm grandes rombos.
De acordo com o delegado Luziano Severino de Carvalho, da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública – DERCCAP, o DECRETO-LEI Nº 201, DE 27 DE FEVEREIRO DE 1967, que dispõe sobre a responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores, e dá outras providências, funciona bem. “Na verdade, não faltam leis nem mecanismos. O que acontece é falha humana. Temos um “cipoal” de leis.
É necessário, mais atitudes. Há muitos cargos comissionados, e o problema maior é o desvio de funções. Falta gerenciamento, falta qualificação por parte dos políticos e de seus empregados.”, declara ele.
A modalidade que mais gera inquéritos é a de nota fiscal para justificar despesa inexistente (emissão de notas frias), que são aquelas nas quais os serviços declarados não são prestados ou os produtos discriminados não são entregues.
Delegado Luziano Severino de Carvallho - Derccap
As fraudes mais comuns são de medicamentos, materiais escolares, combustíveis e licitação. Os casos de licitação geram muita desconfiança, sendo que o processo licitatório somente é obrigado com valores acima de R$ 8 mil. Por isso é comum a emissão de várias notas com a mesma especificação e com valores abaixo desse valor. Já dito anteriormente, ocorrência maior são nas áreas de necessidades básicas da saúde, educação e transporte.
As fraudes podem ser feitas com as chamadas empresas-fantasmas, ou seja, que inexistem física ou juridicamente. Para isso, foi criado um comércio fluente de venda de “notas frias” desse tipo de empresa. Há pessoas especializadas em negociá-las com as prefeituras.
As fraudes também utilizam empresas legalmente constituídas e com funcionamento normal. Com o conluio dos administradores públicos, cúmplices do “esquema”, tais empresas vendem ao município produtos e serviços superfaturados, ou recebem contra a apresentação de notas que discriminam serviços não executados e produtos não entregues.
Tais fornecedoras ou prestadoras de serviço agem mediante acordo pré-estabelecido com o prefeito e/ou seus assessores. As empresas emitem notas fiscais e a prefeitura segue todos os trâmites administrativos de uma compra normal. Quando necessário uma licitação, monta todo o procedimento de forma a dirigir o certame para uma empresa “amiga”, dificultando ou impedindo a participação de outras. Depois, dá recibo de entrada da mercadoria, empenha a despesa, emite o cheque e faz o pagamento. Posteriormente, o montante é dividido entre o fornecedor e os membros da administração comprometidos com o esquema de corrupção.
Em geral, os recursos obtidos dessa maneira chegam ao prefeito e aos que participam do esquema na forma de dinheiro vivo, afim de não deixarem vestígios da falcatrua. Os corruptos evitam que tais recursos transitem pelas suas contas bancárias, pois seriam facilmente rastreados por meio de uma eventual quebra de sigilo bancário.
As quadrilhas que se formam para dissipar o patrimônio público têm se especializado e vêm sofisticando suas estratégias. O modo de proceder varia: apoderam-se de pequenas quantias de forma continuada ou então, quando o esquema de corrupção está consolidado, de quantias significativas sem nenhuma parcimônia.
Ofício denuncia prefeitura ao MP
Uma forma de fraudar a prefeitura é por meio de notas superfaturadas. Para serviço que foi realmente prestado e teria um determinado custo, registra-se na nota fiscal um valor maior. Nas licitações, o processo de superfaturamento se dá com cotações de preços dos produtos em valores muito superiores aos de mercado. Nos dois casos, a diferença entre o preço real o valor superfaturado é dividida entre os fraudadores.
Notas preenchidas com uma quantidade de produtos muito superior àquela realmente entregue é outra maneira de fraudar a prefeitura.
Nessa modalidade, os valores cobrados a mais e que constam da nota emitida são divididos entre os “sócios”. Diferentemente do superfaturamento de preços, que exige uma combinação entre fornecedores, o superfaturamento de quantidades só depende do conluio de um fornecedor com o pessoal da prefeitura que atesta o recebimento.
Esses tipos de fraude requerem, a conivência de funcionários da prefeitura - o responsável pelo almoxarifado deve sempre dar quitação do serviço realizado ou da mercadoria entregue e a área contábil tem de empenhar a despesa e pagar as notas, emitindo o cheque correspondente. Quando se trata de serviços técnicos, como por exemplo, os de eletricidade, construção civil e hidráulica, a execução deve ser certificada por funcionários capacitados, normalmente um engenheiro ou técnico. Assim, quando há irregularidade, todos são coniventes, mesmo que por omissão.
Quando há necessidade de licitação, mesmo nas formas mais simples de tomada de preços e convite, a comissão de licitações da prefeitura é obrigada a habilitar as empresas. Segundo a lei n° 8.666/93, estas devem estar “devidamente cadastradas na prefeitura ou atenderem todas as condições exigidas para cadastramento”.
Para se cadastrarem, há uma série de pré-requisitos que as empresas devem preencher e documentos que precisam apresentar. Dessa forma, no caso de empresas-fantasmas, é impossível que saiam vencedoras de uma licitação sem a participação ou conivência da comissão de licitações. E é muito fácil verificar se uma empresa existe ou não. Por isso, não há justificativa para que essas empresas-fantasmas sejam habilitadas a participar de concorrências.
Existem quadrilhas especializadas em fraudar prefeituras com a participação do poder público municipal. Esses grupos e seus especialistas são formados localmente, ou trazidos de fora, já com experiência em gestão fraudulenta. O objetivo é implantar ou administrar procedimentos ilícitos, montar concorrências viciadas e acobertar ilegalidades.
Dados do MP 00/06
25 de Abril de 2008 @ 22:18
Continuo. Silvânia está fora? Não. Olhemos o número 100. Vejamos:
O método mais usual consiste em forjar a participação de três concorrentes, usando documentos falsos de empresas legalmente constituídas. Outra maneira é incluir na licitação, apenas formalmente, algumas empresas que apresentam preços superiores, combinados de antemão, para que uma delas saia vencedora.
As quadrilhas têm aperfeiçoado as suas formas de atuar. Por isso, é preciso que os controles por parte da sociedade também se aprimorem. O Tribunal de Contas do Estado tende a verificar somente os aspectos formais das despesas. O órgão fiscalizador não entra no mérito se a nota fiscal contabilizada é “fria” ou não, se a empresa é “fantasma” ou não, se o valor é compatível com o serviço ou não e se o procedimento licitatório foi montado e conduzido adequadamente ou não. O Tribunal só examina tais questões quando estimulado especificamente. Contudo, mesmo que os aspectos formais examinados sejam irrelevantes diante da grosseira falsificação de documentos verificada em muitas prefeituras do país, os Tribunais de Contas insistem em manter seus procedimentos.
Como, na maioria das vezes, os aspectos formais são observados cuidadosamente pelos fraudadores, o Tribunal, ao aprovar as contas do Município, acaba por passar atestado de idoneidade a um grande número de corruptos e exime publicamente de culpa quem desvia dinheiro público no país. Na forma como atua hoje, os Tribunais de Contas beneficiam indiretamente os corruptos.
Promotor Fernando Krebs
As formas mais comuns de emitir essas notas são:
Colocam-se valores iguais para coisas diferentes;
Especifica-se vagamente o teor da nota;
Colocam sempre fornecedores distantes, para dificultar a fiscalização;
Abertura de empresas falsas com a finalidade de emitir esses tipos de notas;
Clonagem de notas de empresas idôneas.
Segundo o delegado Luziano, a maioria desses danos é irreversível, pois o dinheiro público é destinado para suprir as necessidades básicas. Os governantes aproveitam essas áreas para poderem fazer os desvios.
O titular da Derccap afirma que tudo isso ainda são indícios, já que a delegacia, especializada nessa área, não emite opinião sobre autos e sim conclusão. E isso só será concluído no final das investigações.
De 2000 a 2006, dados acerca da atividades desenvolvidas pelo Ministério Público de Goiás na Defesa do Patrimônio Público e Social demonstram:
Em 2000, foram instaurados 69 Inquéritos Civis e 61 Ações Civis;
Em 2001, 53 Inquéritos Civis e 59 Ações Civis;
Em 2002, 175 Inquéritos Civis e 38 Ações Civis;
Em 2003, 93 Inquéritos Civis e 44 Ações Civis;
Em 2004, 63 Inquéritos Civis e 50 Ações Civis;
Em 2005, 96 Inquéritos Civis e 64 Ações Civis;
Em 2006, 226 Inquéritos Civis e 87 Ações Civis.
De acordo como Assessor Jurídico do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público e Social e Defesa da Probidade Administrativa do Ministério Público do Estado de Goiás, Marcelo Borges Amaral, os dados referentes a 2007 ainda estão de posse do MP e logo serão disponibilizados.
RELAÇÃO DOS INQUERITOS POLICIAIS EM ANDAMENTO
E EM DESFAVOR DE ATUAIS PREFEITOS (gestão 2005/2008)
DATA: 30.08.07
ATUALIZADO ATÉ: 30.08.07
ORDEM MUNICIPALIDADE PREFEITO N.º IP DELEGADO PRESIDENTE DO IP
1 Abadiânia Itamar Vieira Gomes 327/05 Ellen Cristina V. G. Cardoso
2 Adelândia Maurício Martins de Freitas 116/07 Celso Euzébio Ferreira
3 Águas Lindas José Pereira Soares 011/07 Celso Euzébio Ferreira
4 Águas Lindas José Pereira Soares 019/07 Celso Euzébio Ferreira
5 Águas Lindas José Pereira Soares 020/07 Celso Euzébio Ferreira
6 Águas Lindas José Pereira Soares 035/07 Celso Euzébio Ferreira
7 Águas Lindas José Pereira Soares 110/05 Juarez Carlos Arantes
8 Alto Horizonte Luiz Borges da Cruz 100/07 Celso Euzébio Ferreira
9 Americano do Brasil Ironi Gomes Machado 107/07 Luziano Severino de Carvalho
10 Anápolis Pedro Fernando Sahium 073/06 Celso Euzébio Ferreira
11 Aporé Alceu Barreto Cardoso Filho 110/07 Juarez Carlos Arantes
12 Araguapaz José Segundo Rezende Júnior 316/05 Celso Euzébio Ferreira
13 Aurilândia João Borges da Silva 104/07 Juarez Carlos Arantes
14 Aurilândia João Borges da Silva 111/07 Juarez Carlos Arantes
15 Buriti de Goiás Altamiro Antônio da Silva 100/05 Juarez Carlos Arantes
16 Buritinópolis João Orestes Soares de Oliveira 086/07 Celso Euzébio Ferreira
17 Cachoeira de Goiás Euler José de Oliveira 036/07 Juarez Carlos Arantes
18 Cachoeira Dourada Lauro Vinícius Ramos 138/07 Celso Euzébio Ferreira
19 Caldas Novas Magda Mofatto Hon 071/06 Celso Euzébio Ferreira
20 Caturaí Luiz Carlos de Sousa 114/06 Juarez Carlos Arantes
21 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 236/01 Luziano Severino de Carvalho
22 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 149/06 Luziano Severino de Carvalho
23 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 144/06 Luziano Severino de Carvalho
24 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 145/06 Luziano Severino de Carvalho
25 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 079/06 Luziano Severino de Carvalho
26 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 080/06 Luziano Severino de Carvalho
27 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 087/06 Luziano Severino de Carvalho
28 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 088/06 Luziano Severino de Carvalho
29 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 089/06 Luziano Severino de Carvalho
30 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 090/06 Luziano Severino de Carvalho
31 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 091/06 Luziano Severino de Carvalho
32 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 092/06 Luziano Severino de Carvalho
33 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 293/05 Luziano Severino de Carvalho
34 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 554/99 Luziano Severino de Carvalho
35 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 067/00 Luziano Severino de Carvalho
36 Cavalcante Felipe Ferreira da Silva 297/05 Luziano Severino de Carvalho
37 Cidade Ocidental Plínio Rodrigues de Araújo 184/02 Juarez Carlos Arantes
38 Cidade Ocidental Plínio Rodrigues de Araújo 123/03 Juarez Carlos Arantes
39 Cidade Ocidental Plínio Rodrigues de Araújo 230/03 Juarez Carlos Arantes
40 Cocalzinho Salomão Costa Araújo 081/06 Juarez Carlos Arantes
41 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 055/07 Celso Euzébio Ferreira
42 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 056/07 Celso Euzébio Ferreira
43 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 057/07 Celso Euzébio Ferreira
44 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 058/07 Celso Euzébio Ferreira
45 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 059/07 Celso Euzébio Ferreira
46 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 060/07 Celso Euzébio Ferreira
47 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 061/07 Celso Euzébio Ferreira
48 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 062/07 Celso Euzébio Ferreira
49 Cristalina Antonino Camilo de Andrade 071/07 Celso Euzébio Ferreira
50 Cristianópolis Iris Aurélio Borges Dias 139/07 Celso Euzébio Ferreira
51 Crixás Olímpio César de Araújo Almeida 117/07 Celso Euzébio Ferreira
52 Davinópolis Gomides Ferreira Gomes 115/04 Luziano Severino de Carvalho
53 Estrela do Norte Geraldo Nicolau Filho 041/06 Ellen Cristina V. G. Cardoso
54 Estrela do Norte Geraldo Nicolau Filho 042/06 Ellen Cristina V. G. Cardoso
55 Fazenda Nova João Batista de Medeiros 148/06 Luziano Severino de Carvalho
56 Flores de Goiás Maria dos Reis de Souza Ferreira Leal 155/06 Luziano Severino de Carvalho
57 Formosa Sebastião Monteiro Guimarães Filho 033/07 Celso Euzébio Ferreira
58 Goianésia Otávio Lage de Siqueira Filho 116/06 Juarez Carlos Arantes
59 Gouvelândia José do Nascimento Januário 073/04 Juarez Carlos Arantes
60 Guapó Colemar Cardoso de Queiroz 101/07 Celso Euzébio Ferreira
61 Guapó Colemar Cardoso de Queiroz 102/07 Celso Euzébio Ferreira
62 Guarinos José Ribamar Souza Moraes 068/04 Luziano Severino de Carvalho
63 Guarinos José Ribamar Souza Moraes 081/04 Luziano Severino de Carvalho
64 Guarinos José Ribamar Souza Moraes 040/05 Luziano Severino de Carvalho
65 Guarinos José Ribamar Souza Moraes 217/06 Luziano Severino de Carvalho
66 Hidrolina Wilton Moreira Alves 049/06 Ellen Cristina V. G. Cardoso
67 Hidrolina Wilton Moreira Alves 139/06 Celso Euzébio Ferreira
68 Hidrolina Wilton Moreira Alves 079/07 Celso Euzébio Ferreira
69 Itaguaru Antônio Leonel Filho 085/07 Celso Euzébio Ferreira
70 Itajá Luciano Leão 045/04 Juarez Carlos Arantes
71 Itajá Luciano Leão 059/04 Juarez Carlos Arantes
72 Itapaci Salvador André de Leandro 224/06 Celso Euzébio Ferreira
73 Itapirapuã Zacarias Ribeiro de Oliveira 094/05 Luziano Severino de Carvalho
74 Itumbiara José Gomes da Rocha 025/06 Juarez Carlos Arantes
75 Jataí Fernando Peres Luziano Severino de Carvalho
76 Itumbiara José Gomes da Rocha 112/07 Juarez Carlos Arantes
77 Mambaí Glenice Alves Teixeira 094/07 Juarez Carlos Arantes
78 Minaçu Joaquim da Silva Pires 064/06 Luziano Severino de Carvalho
79 Minaçu Joaquim da Silva Pires 001/07 Luziano Severino de Carvalho
80 Montes Claros de Goiás Manoel Carlos da Silva Filho 058/03 Luziano Severino de Carvalho
81 Montividiu Edson Bueno Coutinho 201/06 Juarez Carlos Arantes
82 Nova Roma Robervaldo Neri Sampaio 095/07 Celso Euzébio Ferreira
83 Novo Gama Sônia Chaves de Freitas C. Nascimento 209/03 Juarez Carlos Arantes
84 Palmelo Geraldo Afonso Leite 318/05 Celso Euzébio Ferreira
85 Planaltina Alexon Luiz Félix Santos 161/06 Ellen Cristina V. G. Cardoso
86 Professor Jamil Alírio Elizeu Teixeira 120/06 Celso Euzébio Ferreira
87 Professor Jamil Alírio Elizeu Teixeira 260/01 Celso Euzébio Ferreira
88 Quirinópolis Gilmar Alves da Silva 114/07 Juarez Carlos Arantes
89 Rubiataba José Luiz Fernandes 216/06 Celso Euzébio Ferreira
90 Sanclerlândia Itamar Leão do Amaral 021/07 Juarez Carlos Arantes
91 Sanclerlândia Itamar Leão do Amaral 131/07 Ellen Cristina V. G. Cardoso
92 Sanclerlândia Itamar Leão do Amaral 047/05 Juarez Carlos Arantes
93 Santa Fé de Goiás Ademar Marques de Carvalho 118/06 Juarez Carlos Arantes
94 Santa Fé de Goiás Ademar Marques de Carvalho 109/07 Celso Euzébio Ferreira
95 Stº Ant. do Descoberto Moacir Machado 039/07 Luziano Severino de Carvalho
96 São Francisco de Goiás Watson Arantes Gama 141/07 Luziano Severino de Carvalho
97 São Patrício Lery Guedes de Queiroz Filho 115/07 Celso Euzébio Ferreira
98 São Simão Francisco de Assis Peixoto 143/06 Juarez Carlos Arantes
99 Senador Canedo Vanderlan Vieira Cardoso 013/07 Juarez Carlos Arantes
100 Silvânia João Correa Caixeta 327/00 Juarez Carlos Arantes
101 Turvânia Rubens Severino de Aguiar 022/07 Juarez Carlos Arantes
102 Turvelândia Eduardo Mendonça de Carvalho 097/07 Ellen Cristina V. G. Cardoso
103 Turvelândia Eduardo Mendonça de Carvalho 058/06 Ellen Cristina V. G. Cardoso
104 Vila Boa Waldir Gualberto de Brito 300/05 Juarez Carlos Arantes
105 Vila Boa Waldir Gualberto de Brito 326/05 Ellen Cristina V. G. Cardoso
106 Vila Boa Waldir Gualberto de Brito 143/07 Ellen Cristina V. G. Cardoso
107 Vila Boa Waldir Gualberto de Brito 144/07 Ellen Cristina V. G. Cardoso
25 de Abril de 2008 @ 22:25
Mistura de pesquisa com impunidade. O Prefeito consegue se safar.
20/04/2007 - O Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar suposta prática de atos de improbidade administrativa perpetrados pelo Prefeito Municipal de Silvânia - GO.
O Ministério Público junto a Comarca de Silvânia-GO instaurou inquérito civil que tem por objeto investigar possível prática de atos de improbidade administrativa perpetrados pelo Prefeito Municipal João Correa Caixeta por ter reformado um caminhão particular com dinheiro público e por abastecer veículo particular com combustível do Município de Silvânia. Portaria datada de 02.04.2007, subscrita pelo Promotor de Justiça Carlos Luiz Wolff de Pina.
Fonte: Portal do MP do Estado de Goiás.
26 de Abril de 2008 @ 20:16
Sereia otimo se este espaço nao eceitasse que se usasse apelidos.
26 de Abril de 2008 @ 22:02
SE ESSE CARLITUS FOR QUEM PENSAMOS QUE O SEJA? NÃO PERCAMOS O TEMPO COM SUAS COLOCAÇÕES! AFINAL, QUAL FORA A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A NOSSA COLETIVIDADE, SENÃO O OPORTUNISMO PROFISSIONAL DE SE APROPRIAR DA FRAGILIDADE DE TRABALHADORES, AOS QUAIS INSITAVA A DILAPIDAR SEUS PATRÕES E SE APROPRIAR DOS PARCOS GANHOS AUFERIDOS! POR ONDE ANDA, IRRADIA UM ESPECTRO NEGATIVO! FEZ UMA ESCOLHA ERRADA COMO PUXA-SACO E COMO CASTIGO IRÁ ATÉ O FIM! AGARRADO AO NACO DE OSSO E CARNE QUE LHE CABE COMO CÃO DE GUARDA!
28 de Abril de 2008 @ 13:35
Fui censurado?
28 de Abril de 2008 @ 22:40
Lamentavelmente, não pude responder em tempo ao nosso “querido Carlitus”, mas creio que Rubens, Alba e outros souberam lhe dar as respostas devidas e evidenciar com clareza quem seja o elemento ofendido.
Quanto ao espaço deste blog, acredito que ele seja democrático e muito interessante para a discussão de idéias e também para a apresentação da inação, inércia, incompetência e engodo de uma administração evidenciada pelo descrédito e fatos lamentáveis. Nunca vi Silvânia tão mal administrada e com tantos problemas, sendo o seu maior progresso, indubitavelmente, o atraso.
Quando participei da administração de Gilda Naves, realmente não foi possível realizar o que propuseram, pois encontramos uma casa não só com cinco folhas de pagamento atrasadas, com dívidas imensas, mas um local com mais estragos que uma impiedosa tisuname.
Tenho respeito por inúmeras pessoas que participam e participaram desta administração, como a dinâmica Maria Viana, Sebastião Cotrim, Antônio, Kátia Brenner, Chiquinho e tantos outros, mas existem elementos que me causam asco pela prepotência, incompetência, descrédito e ignorância.
Se internet é coisa de adolescente, que bom ser jovem. Se este local é palco dos opositores do João, isto evidencia o quanto ele esta em descrédito com a população. Quanto ao trabalho dos defensores do senhor prefeito eu questiono: Que trabalho? Gostaria muito de vê-los! Silvânia “Carlitus”, tem sofrido um lamentável retrocesso e à custa das benesses do Poder Público Municipal, tem sido a salvação de alguns.
Quanto a não termos nada para fazer, temos sim! Principalmente denunciando e esclarecendo os desmandos, irregularidades, mentiras e incapacidade administrativa. Falo o que penso e assumo o que digo!
Sobre o embate da Alba e João, acho que as coisas não foram como você diz e realmente ela terá oportunidade para desmistificar muitas coisas e apresentar muitas provas no tempo devido. Respeito muito a sua atuação parlamentar e sempre disse que ela é uma das melhores parlamentares dos últimos tempos em Silvânia.
Gostaria aqui, também de apresentar o meu respeito ao doutor Rubens, pessoa que já tivemos nossos antagonismos no campo de idéias políticas, os quais me fizeram crescer e reconhecer através de sua maturidade e experiência de vida que muitas vezes deixei o ímpeto da defesa ultrapassar a própria razão e que, graças a sua elegância e fineza, não maculou a nossa amizade. Respeito-o como cidadão, pai, silvaniense, profissional do mais alto gabarito e uma pessoa que tem uma alma generosa e que tem prestado um papel importantíssimo neste espaço.
Concluindo “Carlitus”, creio que no fundo você deve se envergonhar de tanta patifaria e tentar defender o indefensável deve ser muito triste, porém, compreensível para aqueles que necessitam dos numerários recebidos. Emprego não esta fácil, principalmente aos profissionais queimados por ações que não são pautadas pela ética.
Tenho aprendido muito neste espaço e posso dizer que fui um dos primeiros a participar dele. O Célio não só considero como um amigo, mas uma pessoa que tem o meu respeito e incondicional apoio. É outro que é mal compreendido e subjugado por muitos que ele, corajosamente, nunca abaixou ou abaixará a cabeça.
Deixo o meu abraço a você doutor “Carlitus”. Apesar de seus métodos inconseqüentes, deselegantes e que fogem da ética e da moral, ainda o respeito pela coragem que você teve como opositor na administração passada e me surpreende que agora, você tenha que se acobertar em um pseudônimo para contradizer o que comentamos. Prefiro pensar que isto seja para justificar o salário que você atualmente recebe. Aproveite-o, pois se olhares para o horizonte, vislumbrará a planície que lhe espera.
E quanto a nós, turma de desocupado, continuemos nos arroubos da adolescência; no grupo dos sem nada para fazer; no palco de “sandices e mexericos”; na turma dos profissionais mal sucedidos; enfim, neste espaço tão rechaçado pelo nosso amigo Carlitus, mas que tem dado uma enorme contribuição a esta nossa terrinha abençoada.
Retribuo o abraço e estaremos sempre abertos para a boa e salutar discussão. Recomendações ao seu chefe e um bom resto de mandato a todos. A surra eleitoral que lhe espera, caso tenha coragem se candidatar, será bem maior que ele, merecidamente, recebeu na AGM.
29 de Abril de 2008 @ 10:36
Obrigado, Cleverlan. Suas palavras me sensibilizam. Não as mereço, mas obrigado! A minha admiração por você cresce a cada instante. Se posso, avalizo o conteúdo de sua última manifestação.
29 de Abril de 2008 @ 17:42
Merece sim Rubens! Tenho apreendido a conhecê-lo através de suas opiniões.
1 de Maio de 2008 @ 16:41
ESSA GENTE, NO OBSTANTE TAMBÉM REPRESENTADA PELO “CARLITUS“ REPRESENTA A NOGEIRA DA PREPOTÊNCIA. QUANDO ELEITO O MARCONI, ACHARAM QUE NELE PODIAM MANDAR. SÓ PORQUE A ELE EMPRESTRAM APOIO. BEM SABEMOS QUE NAQUELE MOMENTO ERA O QUE LHES RESTARA. O MARCONI AINDA NÃO REPRESENTAVA PERIGO AO PMDB. LEMBREM-SE QUE ….À ÉPOCA SE APRESENTARA TBÉM COMO CANDIDATO AO GOVERNO ESTADUAL. QUE SORTE NÃO TER VINGADO!!!! IMAGINEM O TAMANHO DA BURAQUEIRA QUE NELA ESTARÍAMOS METIDOS! OS NOSSOS BURACOS DAQUÍ SERIAM MICROSCÓPICOS.
3 de Setembro de 2008 @ 11:38
cade o resultado da pesquisa eleitoral da cidade de Hidrolina
3 de Setembro de 2008 @ 11:39
???